Engraçado...
O ultimo post parece uma previa do sentimento louco de agora.
Como eu pude?
Estou voltando à pé para casa... Avariada,
pois sobrou o que sobra dos corações abandonados.
A diferença é que ao invés do amor... eu tive uma compulsão neurótica.
Investi no objeto... Gostei, gozei, gozei, gozei, perdi.
Me encontro agora avariada...
Pessoa, olha:
"A pessoa por quem a gente se apaixona sempre é uma invenção. Dificil saber onde começa e onde acaba a representação de um sentimento. Hoje eu chorei muito e uma hora eu vim me ver chorando (no espelho). Eu estava sofrendo de verdade e ao mesmo tempo eu era espectadora da representação do meu próprio sofrimento"
Outra coisa engraçada...
Nessa caída a 200km/h eu notei como eu estava longe da realidade...
Talvez porque eu nunca tenha me importado muito pra realidade.
Talvez porque eu nunca soube o que era a realidade.
Talvez porque eu saiba que eu nunca vou saber o que é a realidade.
Pois então...
Partindo do conceito senso comum... eu estava bem longe dela.
Substitui o real pela fantasia.
Inventei um objeto.
Inventei um sentimento.
Inventei uma estória.
E o objeto, o sentimento e a estória...
não se fez.
Mais uma vez... a avaria.
Eu preciso voltar ao Eu,
Mas não sei o caminho.
Eu só vejo o Eu no outro.
E o outro não quer me dar o Eu.
Avariada. O estrago em si é porque falta uma parte.
Uma parte? Duas partes. Duas partes?
Partes...
Posso ser quase o nada agora.
O que sei de mim é só fantasia.
Você não me vê,
pois o que resta... está dentro.
E o dentro não existe do lado de fora.
Estragada.
Mas,
sabe o que eu queria?
Não queria deixar a fantasia...
Queria que alguém fantasiasse, como eu, um amor louco, incongruente, inexplicável, dolorido...
Inventado e verdadeiro em toda a sua representação para si...
E que esse amor louco...
fosse meu.
[Fez sentido na minha loucura.]
O ultimo post parece uma previa do sentimento louco de agora.
Como eu pude?
Estou voltando à pé para casa... Avariada,
pois sobrou o que sobra dos corações abandonados.
A diferença é que ao invés do amor... eu tive uma compulsão neurótica.
Investi no objeto... Gostei, gozei, gozei, gozei, perdi.
Me encontro agora avariada...
Pessoa, olha:
"A pessoa por quem a gente se apaixona sempre é uma invenção. Dificil saber onde começa e onde acaba a representação de um sentimento. Hoje eu chorei muito e uma hora eu vim me ver chorando (no espelho). Eu estava sofrendo de verdade e ao mesmo tempo eu era espectadora da representação do meu próprio sofrimento"
Outra coisa engraçada...
Nessa caída a 200km/h eu notei como eu estava longe da realidade...
Talvez porque eu nunca tenha me importado muito pra realidade.
Talvez porque eu nunca soube o que era a realidade.
Talvez porque eu saiba que eu nunca vou saber o que é a realidade.
Pois então...
Partindo do conceito senso comum... eu estava bem longe dela.
Substitui o real pela fantasia.
Inventei um objeto.
Inventei um sentimento.
Inventei uma estória.
E o objeto, o sentimento e a estória...
não se fez.
Mais uma vez... a avaria.
Eu preciso voltar ao Eu,
Mas não sei o caminho.
Eu só vejo o Eu no outro.
E o outro não quer me dar o Eu.
Avariada. O estrago em si é porque falta uma parte.
Uma parte? Duas partes. Duas partes?
Partes...
Posso ser quase o nada agora.
O que sei de mim é só fantasia.
Você não me vê,
pois o que resta... está dentro.
E o dentro não existe do lado de fora.
Estragada.
Mas,
sabe o que eu queria?
Não queria deixar a fantasia...
Queria que alguém fantasiasse, como eu, um amor louco, incongruente, inexplicável, dolorido...
Inventado e verdadeiro em toda a sua representação para si...
E que esse amor louco...
fosse meu.
[Fez sentido na minha loucura.]
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